CERVEJARIAS DE CURITIBA

História e memória das primeiras cervejarias artesanais do Paraná

SOBRE O LIVRO

Conheça a tradição cervejeira de Curitiba, que tem mais de 150 anos

Curitiba é importante polo cervejeiro do país e a qualidade alcançada pelas cervejarias curitibanas se destaca no cenário nacional. Com um movimento que cresceu de forma acelerada a partir de 2000, as novas cervejarias provocaram uma mudança de hábito em Curitiba, ou melhor, um retorno.

A produção de cerveja artesanal não é algo novo. Temos uma tradição cervejeira que foi deixada de lado por conta das grandes guerras mundiais. O renascimento das cervejas artesanais nos leva a olhar para esta tradição esquecida, recuperar esta história tendo como foco as primeiras cervejarias de nossa cidade.

É o que fez o historiador Victor Augustus Graciotto Silva e o designer José Humberto Boguszewski no livro CERVEJARIAS DE CURITIBA publicado pela Máquina de Escrever Editora e Produção Cultural.

Uma história que começou em 1858 pelas mãos de cervejeiros alemães, italianos, suecos e austríacos. A produção era caseira e a venda era direcionada a vizinhos e familiares. Curitiba era uma cidade pequena, com poucos habitantes e construções modestas. Os imigrantes europeus chegaram em levas, de forma gradual, promovendo um desenvolvimento da cidade ao longo das décadas. E a cerveja acompanhou este crescimento. De caseira passou a ser produzida em pequenas fábricas e, na virada de século, com máquinas de fazer gelo importadas da Alemanha. Abrimos o século XX com uma cerveja de baixa fermentação e com uma produção em expansão, acompanhando a população que se divertia nos parques do Passeio Público, no Parque Cruzeiro e no Recreio da Providência.

Com um conjunto industrial de relevância, a Cervejaria Atlântica representava a maior fábrica, empregando mais de 300 funcionários em 1929. Mas veio a Segunda Guerra Mundial e as cervejarias fecham. Após o término da guerra, restou apenas uma, a Filial da Brahma. E assim permaneceu até que um visionário alemão, em 1987, nos lembrasse que é possível fazer cerveja de forma independente e artesanal. Um respiro curto, mas suficiente para mostrar que era possível. E a partir da primeira década do século XXI, Curitiba explode com a produção de cervejarias artesanais e de uma infinidade de estilos e sabores. O novo que vemos hoje tem lastro lá no passado.

SOBRE O LIVRO

O que você encontra no livro:

  • A história da cerveja no Brasil e em Curitiba;
  • Os primeiros cervejeiros, os tipos de cerveja e suas cervejarias artesanais;
  • Fotografias de cervejeiros, fábricas e do hábito de beber cerveja de 100 anos atrás;
  • A história da tradição cervejeira de Curitiba desde 1870 até o final do século XX.
RÓTULOS E FOTOS

Rótulos antigos e fotos históricas que contam a história da cerveja artesanal.

MAPA E LOCALIZAÇÃO

Preparamos um mapa onde você encontra todas as cervejarias de Curitiba e região metropolitana.

FÁBRICAS E FOTOS

A produção da cerveja artesanal hoje. Fotografia de Konrahd Karam.

Gauden Beer

Cervejaria Turbinada

Cervejaria Maniacs

Bastards

Waybeer

Ignorus

Ovelha

Adquira hoje mesmo o seu livro
Cervejarias de Curitiba

Pesquisa e autoria:
Victor Augustus Graciotto Silva
José Humberto Boguszewski


Projeto gráfico e diagramação:
José Humberto Boguszewski

Tratamento de imagem:
Rafael Ferrer Kloss

Revisão de texto:
Regina Maria Schimmelpfeng de Souza
Cida Grecco


Fotografia e digitalização:
Konrahd Karam

Consultor gráfico:
Gilberto Ricetti

Edição:
Victor Augustus Graciotto Silva

Supervisão Editorial:
Juliana Cristina Reinhardt

Realização:
Máquina de Escrever Editora e Produção Cultural

Saiba mais sobre a editora

A Máquina de Escrever é uma editora e também uma produtora cultural de Curitiba. Atua no mercado desde 2007 e é reconhecida pela excelência em seu trabalho. Desenvolve projetos culturais nas áreas de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural, Folclore e Manifestações Tradicionais, Literatura, Audiovisual e Artes Visuais. Suas publicações acompanham estas temáticas, com mais de 90 títulos publicados, entre livros impressos e digitais. Tendo à frente os historiadores Victor Augustus Graciotto Silva e Juliana Cristina Reinhardt, a Máquina de Escrever conta com uma rede de parceiros e colaboradores, aliando experiência e criatividade na realização de suas produções, resultando no registro da memória e de lindas histórias de Curitiba.

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